Resumo do Livro: Assassinato no Expresso do Oriente

Agatha Christie

“Assassinato no Expresso do Oriente”, é um dos livros mais emblemáticos e notórios de Agatha Christie. Publicado em 1934, é também o livro mais vendido da autora, que escreveu mais de 80 contos policiais, romances sob o pseudônimo de Mary Westmascott, além de diversas obras para o teatro. Ela, que escreveu um livro por ano até a data de sua morte, criou o mais famoso de seus personagens, justamente para o enredo de “Assassinato no Expresso do Oriente”: o detetive Hercule Poirot, que possui uma forma muito peculiar de solucionar os casos que está investigando.

 

A narrativa de “Assassinato no Expresso do Oriente”, começa com Hercule Poirot voltando para Londres, logo após de desvendar um crime que acontecera na Síria. É então que o detetive vai se deparar com outro caso muito misterioso: um assassinato no trem chamado de ‘expresso oriente’. Por conta de uma grande tempestade de neve, o expresso tem o seu percurso bloqueado.

 

Grande parte da narrativa é ambientada, por esta razão, no local onde acontecera o crime.  Mr.Ratchett, personagem de nacionalidade americana, é assassinado em sua cabine, que está trancada pelo lado de dentro. Ele leva 12 punhaladas de faca, sob circunstâncias muito misteriosas. O expresso estava lotado naquele dia, e o crime causa grande comoção entre os passageiros. Sabendo que o famoso detetive Poirot estava à bordo, ele é chamado para ver a cena do crime, e assim tentar uma solução para o caso.

 

O crime se mostra totalmente confuso, irracional, e complexo, ao mesmo tempo. Poirot, que se depara com um dos crimes mais estranhos de sua carreira, consegue resolver o mistério, conferindo verdade para cada um dos pontos obscuros da cena do crime. Poirot fica perplexo diante de tantas pistas contraditórias que levam às conclusões mais absurdas. Na verdade, todas plantadas para enganar a polícia.

 

Com a ajuda de M. Bouc, diretor da C. I. Dês Wagons Lits, e do médico Dr. Constantine, os únicos além do próprio Poirot, completamente acima de suspeita, o detetive belga aceita encarregar-se do caso e começa suas investigações. Eles não possuem muito tempo e precisam desvendar o crime antes da chegada das autoridades locais. Começam os interrogatórios e todos se contradizem. Os passageiros investigados possuem álibis que não podem ser refutados. Incrédulo, o detetive começa a desconfiar de que possa haver ligações entre alguns passageiros.

 

Ao final, Poirot descobre que foram 13 pessoas diferentes que assassinaram o americano, e que todas tinham motivos reais para cometerem o crime.